domingo, 22 de abril de 2012

Carta de Amor de um Químico


Berílio Horizonte, zinco de benzeno de 2000.

Querida Valência:

Não estou sendo precipitado e nem desejo catalisar nenhuma reação irresversível entre nós dois, mas sinto que estrôncio perdidamente apaixonado por você. Sabismuto bem que a amo. De antimônio posso lhe assegurar que não sou nenhum érbio e que trabário muito para levar uma vida estável.

Lembro-me de que tudo começou nurârio passado, com um arsênio de mão, quando atravessávamos uma ponte de hidrogênio. Você estava em um carro prata, com rodas de magnésio. Houve uma atração forte entre nós dois, acertamos os nossos coeficientes, comp
artilhamos nossos elétrons, e a ligação foi inevitável. Inclusive depois, quando lhe telefonei, mesmo tomada de enxofre, você respondeu carinhosamente:
"Proton, com quem tenho o praseodímio de falar?" Nosso namoro é cério, estava índio muito bem, como se morássemos em um palácio de ouro, e nunca causou nehum escândio. Eu brometo que nunca haverá gálio entre nós e até já disse quimicasaria com você.

Espero que você não esteja saturada, pois devemos buscar uma reação de adição e não de substituição. Soube que a Inês lhe contou que eu a embromo: manganês cuidar do seu cobre e acredite níquel que digo, pois saiba qe eu nunca agi de modo estanho. Caso algum dia apronte alguma, eu sugiro que procure um avogrado e que me metais na cadeia.

Sinceramente, não sei por que você está a procura de um processo de separação, como se fóssemos misturas e não substâncias puras! Mesmo sendo um pouco volátil, nosso relacionamento não pode dar errádio. Se isso acontecesse, irídio emboro urânio de raiva.
Espero que você não tenha tido mais contato com o Hélio (que é um nobre!),
nem com o Túlio e nem com os estrangeiros (Germânio, Polônio e Frâncio). Esses casos devem sofrer uma neutralização ou, pelo menos, uma grande diluição. Antes de deitar-me, ainda com o abajur acesio, descalcio meus sapatos e mercúrio no silício da noite,
pensando no nosso amor que está acarbono e sinto-me sódio. Gostaria de deslocar este equilíbrio e fazer com que tudo voltasse à normalidade inicial. Sem você minha vida teria uma densidade desprezível, seria praticamente um vácuo perfeito. Você é a luz que me alumíno e estou triste porque atualmente nosso relacionamento possui pH maior que 7, isto é, está naquela base.

Aproveito para lembrar-lhe de devolver o meu disco da KCl.

Saiba, Valência, que não sais do meu pensamento, em todas as suas camadas.

Abrácidos do:
Leantânio

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Verdade no dia da mentira!!

Um trecho de uma peça teatral do grande dramaturgo português, Gil Vicente, consirado o " pai do teatro português ".

Ninguém: Que andas tu buscando?
Todo-o-mundo: Mil coisas eu ando a buscar. Mas elas não posso achar, porém, ando procurando pelo prazer de procurar.
Ninguém: Como é seu nome cavalheiro??
Todo-o-mundo: Meu nome é Todo-o-mundo e o meu tempo inteiro é sempre a buscar dinheiro e sempre nisto eu me motivo.
Ninguém: Meu nome é Ninguém e eu busco a consciência.



Pura verdade...

domingo, 6 de março de 2011


A vida nos ensina a amar, e nos ensina a chorar. Pode ser irônico, mas a verdade é que você não sabe o valor do amor até chorar por ele.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

O que será! Será!!

Pois bem...
Eu teria todos os motivos pra desistir, mas graças a Deus tenho amigos e familia pra superar essa fase tão difícil em minha vida!
São tantos momentos de desespero, que muitas vezes me faltam fé e esperança.Geralmente é aí que eles me aparecem, sempre me dando forças com palavras e gestos tão acolhedores!
Foi o que me aconteceu hoje em especial, Divulgada a lista do 1° remanejamento da UFPE.Infelizmente meu nome não está lá.Mas não desistirei pois ainda tenho chances.Esse foi o primeiro ainda tenho alguns.Espero que Deus me abençoe com esse presente!
Só ele sabe o quanto almejo isso.

Tô seguindo Com fé e esperança. O que tiver que ser, Será!
=CP=

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Uma noite em que estava revoltada da vida!( ou da morte)!!!

A morte , em alguns casos vem para paz de quem morre,em outros casos de quem ainda irá morrer.Afinal por que morremos?Para alguns religiosos ela nos serve de ponte ao paraíso ou para alguns outros uma ponte mas dessa vez não no levará ao paraíso.Mas a uma nova vida com a mesma alma!? TENSO# (é uma possibilidade).Vidas passadas.Eles acreditam que somos o que fomos e cada um tem seu papel e missão...Se não for completada nessa vida será na outra...E na outra...E na outra.E é o que eu acredito!!
Então eu me pego a pensar tas coisas: Será por isso que existe paixão e simpatia a primeira vista?...E ainda aquela velha sensação de termos conhecido tal pessoa!??Mesmo sem antes ter a visto!??
É meus caros são mistérios da vida que o homem está longe de desvendar!


Mas será justo viver uma vida de outra pessoas, mesmo sem saber?Quantos já passaram por isso? Quantos passarão.
Pois bem...São perguntas sem respostas(até o momento,quem quiser pode falar comentar e tal)
Por isso, PESSOAS...
Amem,permitam serem amados,sejam felizes,queiram bem,queiram mau,chateiem-se,façam amigos e inimigos...Vivam intensamente ESSA vida que Deus nos proporcionou.

E é o que estou tentando fazer...Entre dúvidas e dividas.O que me resta é apenas VIVER...


Muito triste e tal...Confuso...Mas é o que veiu...Obg pela paciênica de vcs!
=CP=

sábado, 13 de novembro de 2010

aaaaaa o AMOR =* ♥

Na Itália do final da Idade Média amava-se de uma maneira diferente da França do antigo regime.E na Inglaterra do século XIX amava-se de modo diverso do da Europa pós-moderna.
Até a Renascença, o amor era o conceito de um ideal.A mulher era amada como plena personificação da virtude e beleza.As fontes literárias mais famosa para essa adorãção são os sonetos dos grandes poetas italianos Dante e Petrarca.
No séculoXIV, eles escreveram poemas de amor a duas jovens: a adorada de Dante chamava-se Beatriz, a de Petrarca,Laura.
Ambas eram a idealização de garotas que realmente existiram, e com as quais os poetas se encontraram brevemente uma vez em suas vidas.
Beatriz e Laura eram perfeitas e, apenas por isso, inacessíveis e intocáveis.O fato das duas mulheres reais terem morrido jovens não atrapalhou o seu enaltecimento.
Beatriz e Laura eram perfeitas e mortas.

Nos tempos de Shakespeare, na Renascença o amor era tido como uma doença, que podia ser curada ou pela qual se morria.
A relação entre o amor e a doença surgiu primeiro na antiguidade, dessa forma, manifestava-se que o amor levava a um estado EXTRAORDINÁRIO, que exigia um tratamento diferenciado. Na Resnacença o amor foi considerado a expressão de primeiro doença da civilização da Europa. A "melancolia".(Robert Burton)
Demorou alguns séculos até o amor ser democratizado.Os grandes casais amorosos clássicos da cultura européia provém todos da alta nobreza.Quando surgia um casal na literatura popular na Renascença, ou nos papéis coadjuvantes de Shakespeare a esse sempre estava reservado um momento cômico.. Isso evidencia que o amor era complicado, que precisava ser aprendido, e, em consequência, só podia ser dominado por aquele ou aquela que tivesse desfrutado de uma educação cultivada.

Foi apenas com o surgimento do Iluminismo,que se chegou CONCLUSÃO de que amar não era uma tarefa apenas das classes superiores, mas uma qualidade inferior, a qual toda a humanidade está capacitada.















FONTE: Zschirnt,Christiane,1965,Livros tudo o que você não pode deixar de lê.
pag.64/65

sábado, 31 de julho de 2010

Farmácia ~.~


* A cobra enrolada na taça é conhecida como o símbolo da farmácia, e tem origem na Antigüidade grega. Segundo as literaturas antigas, o símbolo da farmácia ilustra o poder (taça) da cura (cobra). Existe a lenda que conta que uma cobra enrolou-se no cajado de Hipócrates e quando estava para picá-lo, ele olhou para a serpente e disse: “se queres me fazer mal, de nada adiantará que me firas, pois tenho no corpo o antídoto contra tua peçonha. Se estás com fome, te alimentarei”. Então ele pegou a taça onde fazia misturas de ervas medicinais, colocou leite e ofereceu à serpente, esta desceu do cajado, enrolou-se na taça e bebeu o leite. Desta forma criou-se o símbolo da medicina (a cobra envolvendo o cajado) e o símbolo da farmácia (a cobra envolvendo a taça).

Outra lenda sobre a origem do símbolo de farmácia está relacionada à morte de Esculápio (deus da saúde na mitologia greco-romana, também denominado por Asclépio) fulminado por um raio lançado por Zeus como punição por ressuscitar mortos pelo poder das ervas, arte aprendida com o centauro Quiron. Com a morte de Esculápio, a cobra enrolada em seu cajado, símbolo de seu poder sobre as doenças, foi adotada por Hígia, filha de Esculápio que passou a ser a deusa responsável pela saúde dos homens, tendo o cálice com a cobra enrolada como símbolo de seu poder sobre as doenças.

Um dos CÓDIGOs DE ÉTICA DA PROFISSÃO FARMACÊUTICA


O FARMACÊUTICO É UM PROFISSIONAL DA SAÚDE, CUMPRINDO-LHE EXECUTAR TODAS AS ATIVIDADES INERENTES AO ÂMBITO PROFISSIONAL FARMACÊUTICO DE MODO A CONTRIBUIR PARA A SALVAGUARDA DA SAÚDE PÚBLICA E, AINDA, TODAS AS AÇÕES DE EDUCAÇÃO DIRIGIDAS À COMUNIDADE NA PROMOÇÃO DA SAÚDE.